segunda-feira, 10 de junho de 2013

Assassinando a Língua Portuguesa III

Em diversos lugares do Brasil, vemos a Língua Portuguesa ser maltratada. Alguns ‘erros’ podem até ser considerados ‘aceitáveis’, mas outros são extremamente absurdos para serem aceitos. E, depois, vemos os comerciais do Governo mostrando-nos a “excelência” da educação que vem sendo realizada.
Vejamos mais alguns exemplos tirados de placas, faixas etc., espalhados pelo Brasil, com as devidas correções.
1- Hidrata e rejuvenesce


2- Teu problema é amor, perseguição, inveja, perturbação espiritual, saúde


3- Bravo, mas muito bravo (ao invés de “Marca Fila”, seria “Raça Fila”)


Nos próximos dias, exibiremos mais exemplos.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Assassinando a Língua Portuguesa II

Em diversos lugares do Brasil, vemos a Língua Portuguesa ser maltratada. Alguns ‘erros’ podem até ser considerados ‘aceitáveis’, mas outros são extremamente absurdos para serem aceitos. E, depois, vemos os comerciais do Governo mostrando-nos a “excelência” da educação que vem sendo realizada.
Vejamos mais alguns exemplos tirados de placas, faixas etc., espalhados pelo Brasil, com as devidas correções.

1- Verdura sem agrotóxico



2- Está funcionando


3- Afrodisíaco



Nos próximos dias, exibiremos mais exemplos.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Assassinando a Língua Portuguesa

Em diversos lugares do Brasil, vemos a Língua Portuguesa ser maltratada. Alguns ‘erros’ podem até ser considerados ‘aceitáveis’, mas outros são extremamente absurdos para serem aceitos. E, depois, vemos os comerciais do Governo mostrando-nos a “excelência” da educação que vem sendo realizada. 

Vejamos alguns exemplos tirados de placas, faixas etc., espalhados pelo Brasil, com as devidas correções. 


1- Espaço da beleza


2- Kit completo




3- Oficina mecânica 




Nos próximos dias, exibiremos mais exemplos.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

“Era” ou “eram”?

O verbo “ser” oferece uma especial dificuldade em alguns casos do plural. Essa dúvida pode ser tirada aplicando-se uma regra simples: se o sujeito for uma pessoa, a concordância é feita com o sujeito, e não com o predicativo; se o sujeito não for uma pessoa, a regra não se aplica.

Ex.: Mônica “era” só elogios. – o verbo concorda com o sujeito, Mônica – singular.
       A vida “eram” só rosas. – o verbo concorda com o predicativo (rosas) – plural.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

“À medida que” e “Na medida em que”

Há muita confusão entre as conjunções ‘à medida que’ e ‘na medida em que’.

“À medida que” é uma conjunção subordinativa proporcional, ou seja, dá a ideia de proporção, enquanto “na medida em que” é uma conjunção subordinativa causal, é dá a ideia de causalidade, de consequência.

“À medida que” pode ser substituída por ‘quanto mais’, ‘à proporção que’.

Ex.: “À medida que” se vive, mais se aprende. (“Quanto mais” se vive, mais se aprende.)

“Na medida em que” pode ser substituída por ‘porque’, ‘desde que’, ‘já que’.

Ex.: “Na medida em que” não conseguiu obter lucro, a empresa mudou sua estratégia de vendas. (“Já que” não conseguiu obter lucro, a empresa mudou sua estratégia de vendas.)

Obs.: Não se utilizam as formas: ‘na medida que’ e ‘à medida em que’.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Prever o futuro: quando o verbo não combina com o substantivo

É muito comum lermos ou ouvirmos frases, inclusive em propagandas da televisão, que dizem que alguém é capaz de “prever o futuro”. Até aí, nada de mais. Interessante seria alguém que pudesse prever o passado ou o presente!

No dicionário Houaiss, o verbete ‘prever’ é definido como “ter ideia antecipada de; presumir, antever; perceber (fatos futuros) por meios sobrenaturais; adivinhar; analisar, examinar com antecedência; fazer supor; subentender, pressupor”. Ou seja, ‘prever’ já significa antecipar (seja por quais meios forem, sobrenaturais ou não) algo que irá ocorrer, portanto, algo futuro.

Assim, em vez de usar “prever o futuro”, evite a redundância e construa frases como nos exemplos abaixo:

Ex.: João é capaz de prever acontecimentos.
      João é capaz de fazer previsões.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A tendência dos brasileiros ao pleonasmo

Outro dia, assistindo a um jogo de futebol, ouvi está ‘pérola’ do narrador: “o jogador entrou dentro da área”.

É muito comum, na comunicação oral, o uso de pleonasmos. O pleonasmo caracteriza-se pela utilização de um termo desnecessário para o bom entendimento da oração.

Exemplos de pleonasmos mais utilizados:

Maria subiu pra cima. – basta dizer: Maria subiu. (só se sobe para cima)
Pedro desceu pra baixo. – basta dizer: Pedro desceu. (só se desce para baixo)
Sônia saiu pra fora. – basta dizer: Sônia saiu. (só se sai para fora)
João entrou pra dentro. – basta dizer: João entrou. (só se entra para dentro)
Carol teve uma hemorragia de sangue. – basta dizer: Carol teve uma hemorragia. (hemorragia só pode ser de sangue)
Ambos os dois saíram. – basta dizer: Ambos saíram. (ambos já dá a ideia de dois)

A tempo: o narrador poderia ter dito apenas que “o jogador entrou na área”.